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Saúde e alimentação

Microchips e a promessa de ajudar na segurança dos animais

Para tentar ajudar ainda mais na segurança dos animais, além das tradicionais coleiras e plaquinhas de identificação, foram criados os microchips.Confira na matéria, os detalhes do funcionamento do microchip, suas vantagens e desvantagens.

Os microchips em animais têm se tornado cada vez mais comuns e tudo indica que daqui a alguns poucos anos serão extremamente populares e devem substituir as tradicionais coleiras e plaquinhas de identificação. Afinal, a segurança do pet é um dos principais motivos de preocupação dos donos, sempre dispostos a cuidar bem dos amados bichos de estimação.

A ferramenta é uma maneira muito eficaz em caso de perda, abandono ou roubo do animal, já que é possível acessar mais facilmente as informações dele e entrar em contato com o responsável mais rapidamente.

A tecnologia pode assustar, mas a implantação do microchip é bem tranquila e ele é mais ou menos do tamanho de um grão de arroz. Abaixo, detalhamos o funcionamento dele e os prós e contras do uso.

O que é o microchip?

O dispositivo basicamente é formado por duas partes: o chip em si e uma cápsula protetora de vidro biocompatível para evitar possíveis alergias ou infecções e, como dissemos, ele é do tamanho de um grão de arroz. Nele há um código que armazena informações sobre o bicho como meio de contato, idade, porte e raça, entre outros.

Como funciona o processo de implantação?

O processo é muito simples e não precisa de cirurgia ou anestesia, mas é claro que necessita ser realizado por um veterinário e em local de qualidade. O microchip é implantado por uma seringa com agulha mais grossa na camada subcutânea da pele do pet, na altura da nuca. E  o procedimento é realizado somente uma vez e, geralmente, não há necessidade de repeti-lo. Os custos variam de R$30 a R$150 em média, variando de acordo com material.

Dados do microchip

É fundamental preencher o cadastro de forma correta e atualizá-lo sempre, já que as informações são acessadas por bancos de dados. O leitor do microchip capta o número do registro e busca elementos que vão levar o bicho ao seu dono. Em caso de falecimento, também é necessário repassar o acontecimento ao sistema.

Vantagens do microchip

  • Como não é possível falsificar as informações do dispositivo, o procedimento acaba sendo um reconhecimento legal de titularidade do animal;
  • Com as informações corretas, o processo de busca em caso de perda ou roubo do pet se torna mais ágil e mais fácil ;
  • O microchip também ajuda a inibir o abandono de animais já que, comprovando a intenção de deixá-lo sem proteção, o responsável pode ser penalizado legalmente;
  • É impossível o animal perder o chip e não há necessidade de manutenção do mesmo;
  • Cumpre exigências da implementação em voos internacionais (na Europa e no Japão o uso dos microchips é obrigatório).

Desvantagens do microchip

  • O banco de dados no país ainda não é unificado, ou seja, o dono terá de cadastrar o bicho nos dois grandes bancos de dados do Brasil para garantir a eficácia da busca;
  • Nem todas as clínicas veterinárias possuem leitor de microchips;
  • O dispositivo não funciona como um GPS (rastreador) e a pesquisa será realizada somente se alguém encontrar o animal e levá-lo aos locais com infraestrutura de identificação para a busca.

Gostou da opção? Procure seu veterinário e converse com ele sobre a implementação do microchip em seu pet e sinta-se ainda mais tranquilo e seguro.

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